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Em desenvolvimento há quatro anos, os displays flexíveis estarão disponíveis aos consumidores em breve. Foto: Shutterstock
Em desenvolvimento há quatro anos, os displays flexíveis estarão disponíveis aos consumidores em breve
Foto: Shutterstock
 
Todos os usuários que já passaram pela experiência de quebrar a tela do smartphone poderão, em breve, respirar aliviados caso isso torne a acontecer. Embora venha sendo desenvolvida há pelo menos quatro anos, somente agora a tecnologia dos displays flexíveis tem previsões de chegar ao mercado. Mesmo quem nunca levou o susto de derrubar o aparelho touchscreen pode ficar atento às novidades, que, além de inquebráveis, também prometem telas mais finas, leves e de maior resolução.

O grande diferencial da nova tecnologia é a substituição das camadas de vidro das telas LCD e OLED por camadas de filme ou plástico com menos de um milímetro de espessura, o que rende aos displays flexibilidade e resistência a quedas e arranhões. Um dos eventos onde a tecnologia atraiu maior atenção do público foi o Nokia Future World, exposição ocorrida em outubro do ano passado, quando a marca finlandesa apresentou seu próprio aparelho conceito, o Nokia Kinect. O dispositivo de interface simples é feito inteiramente de plástico, e isso inclui a tela de AMOLED, mais brilhante e fluída que as comuns.

Para rolar a lista de músicas e aumentar o volume, o usuário "torce" o aparelho para os lados, e para dar zoom nas fotos, dobra o dispositivo para frente, de encontro ao corpo. Uma das vantagens da mínima interação touchscreen do Nokia Kinect é a possibilidade de manusear o aparelho com as mãos em condições que não seriam detectadas pelo sensor, como quando estão molhadas ou vestindo luvas, por exemplo. Porém, o dispositivo permanece como um protótipo demonstrativo e não tem previsão de ser comercializado.

Por enquanto, a tecnologia dos displays flexíveis deve chegar primeiro ao mercado dos e-books: em março, a LG anunciou o início da produção em larga escala do primeiro papel eletrônico do mundo, que pode ser dobrado em até 40 graus a partir do centro da "folha", de 15 centímetros de altura e resolução de 1024 x 768 pixels. Ainda não foi noticiada a chegada do e-paper às lojas, mas estima-se que a comercialização deve iniciar em breve.

Investimentos
 
Quem também vem investindo pesado na tecnologia flex é a concorrente Samsung, que pretende tornar os dispositivos flexíveis disponíveis aos consumidores em 2014. Assim como a Sony, que demonstrou um protótipo de e-paper fabricado pela empresa E-Ink na SID Conference em 2010, a marca sul-coreana foi uma das pioneiras no desenvolvimento dos displays flexíveis e já patenteou sua tela AMOLED flexível, batizada YOUM. Aparentemente, a implantação da novidade deve começar aos poucos: de acordo com publicações coreanas, as primeiras unidades do produto ainda devem ser cobertas com vidro, e embora sejam de fato mais leves e finas que as atuais, não serão exatamente flexíveis.

Outra expectativa é a respeito da aquisição da empresa holandesa Liquavista pela Samsung, o que pode significar a presença nos displays flexíveis da técnica do electrowetting, que permite a apresentação de imagens em alta definição com baixo consumo de bateria. 
 
 

Autor George Batista

Aficionado por novidades tecnologicas e blogueiro nas horas vagas.
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