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MARK 1 - 1944 
Os primeiros computadores eletrônicos surgiram na mesma época na Alemanha, Inglaterra e nos Estados Unidos, lar do Mark 1. Com 4,5 toneladas, ele demorava seis segundos numa multiplicação!

 

ENIAC - 1946

Esse Eniac foi o primeiro computador "multiuso" - os anteriores apenas desempenhavam tarefas específicas, como cálculos de bombardeios em guerra.



EDVAC - 1946

Esse "filhote" do Eniac mudou o sistema de armazenamento de dados, trocando o sistema decimal (de 0 a 9) pelo sistema binário (0 ou 1). A mudança possibilitou a criação dos bits de informação.


TRANSISTOR - 1947

Os primeiros computadores usavam componentes enormes, as válvulas, para guardar informação e fazer contas. O transistor fazia a mesma coisa, mas era menor, mais barato e consumia menos energia.

 

LEO - 1951

As primeiras máquinas eram usadas na guerra ou nas universidades. Isso até a chegada do Leo, empregado numa empresa inglesa de alimentos, a primeira a usar um computador nos negócios.



WHIRLWIND - 1953

Esse computador era o mais rápido do seu tempo: ele fazia uma multiplicação em 0,025 segundo. Mas ainda era uma carroça, equivalente, hoje, à velocidade de um processador de 1 MHz.



TRADIC - 1955

Feito para a Força Aérea Americana, esse foi o primeiro computador a usar transistores. Com eles, os computadores tornaram-se mais rápidos, leves e econômicos.

 

CIRCUITO INTEGRADO - 1958

Com a invenção do CI - vários transistores integrados em uma única peça de silicone - aumenta a velocidade das máquinas.

 

PDP-1 - 1960

Conforme o computador ficava mais versátil, começavam a pipocar novas aplicações para a invenção. E não demorou a surgir o primeiro videogame: em 1960, já dava para jogar SpaceWar no PDP-1.

 

ATLAS - 1962

Foi nessa invenção inglesa que apareceu a primeira memória virtual, tecnologia usada até hoje e que permite trabalhar com diferentes programas ao mesmo tempo.



PDP-8 - 1965

Essa máquina foi a primeira a caber em cima de uma mesa - a façanha lhe rendeu o apelido de minicomputador. Barato, ele virou um sucesso comercial, com 300 mil unidades vendidas.
 
 

SYSTEM 360 - 1965

O circuito integrado é incorporado aos computadores nesse modelo da IBM. O desenvolvimento desse componente aumenta a velocidade de processamento e o espaço de armazenagem das máquinas.

 

MOUSE - 1968

O americano Douglas Engelbart lançou um aparelhinho chamado "bug". Ele não fez muito sucesso até os anos 80, quando ganhou o apelido de "mouse".

 

MICROPROCESSADOR - 1971

Com a diminuição dos circuitos integrados, a indústria consegue condensar milhares deles numa única peça, lançando o primeiro microprocessador, o Intel 4004.

 

ALTAIR 8800 - 1974

O microprocessador estreava no mundo dos computadores a bordo de um Altair 8800. Pequeno para a época, essa máquina abriu caminhos para a revolução do computador pessoal.

 

MICROSOFT - 1975

Dois estudantes americanos, Bill Gates, 19, e Paul Allen, 22,adaptam a linguagem basic para o Altair. Esse é o primeiro programa da Microsoft.

 

Apple II - 1977

O Apple II foi o primeiro microcomputador tal como o conhecemos. Pela primeira vez, a máquina tinha um teclado e podia ser ligada em um monitor - no caso, uma TV.

 

DISQUETE DE 31/2 - 1981

Em 1976, surge o disquete de 5 1/4 (13 cm de diâmetro). Em 1981, a Sony lança o modelo de 3 1/2 (9 cm de diâmetro).

 

IBM-PC - 1981

O PC põe a IBM na liderança do mercado de microcomputadores. O preço de 2 820 dólares era mais alto que o dos concorrentes, mas a máquina bombou: em 4 meses, foram vendidas 35 mil unidades.

 

XEROX 8010 - 1981

Para estrear nos computadores, o mouse precisou da primeira interface gráfica, a do Xerox 8010, que permitia interagir com a máquina por meio de imagens na tela.



OSBORNE 1 - 1981

A era dos micros mal havia começado e já surgia o primeiro computador portátil, o Osborne 1. Ele pesava 12 quilos, tinha uma tela de 5 polegadas e cabia numa maletinha.

 

WORD - 1983

A Microsoft de Bill Gates lança o Word Microsoft Office, primeiro programa do pacote que em poucos anos monopolizaria o mercado de programas para escritório.

 

MACINTOSH - 1984

A Apple lança o primeiro computador com mouse e interface gráfica voltado para o uso pessoal, fora das empresas. Ele era fácil de usar e incluía um programa de desenhar.

 

IMPRESSORA A LASER - 1984

Primeira impressora a laser compatível com os PCs, a Laserjet começa a desbancar as impressoras matriciais dos anos 70 e as de jato de tinta, também de 1984.




WINDOWS - 1985

O lançamento do Windows traz para o PC as vantagens da interface gráfica popularizada pela Apple. Hoje, 90% dos computadores funcionam com uma versão desse programa.



CD-ROM - 1985

Surgem os primeiros CD-ROMs, nova mídia com capacidade para 550 megabytes - 387 vezes a capacidade de um disquete de 3 1/2, mas apenas 12% da dos DVDs, lançados em 1996.

 

DESKPRO 386 - 1986

A Compaq lança o Deskpro 386, o primeiro da geração de "clones" do PC da IBM. Seu processador Intel de 32 bits era muito mais rápido que os de 16 bits da concorrente.



Internet - 1990

Desde 1969, um sistema de rede chamado Arpanet era desenvolvido em paralelo aos computadores. Em 1990, com a criação da linguagem HTML, a Internet é oficialmente inaugurada.



iPod - 2001

A indústria da música foi uma das mais afetadas pela internet. O iPod e outros tocadores de MP3 abrem a possibilidade de ouvir sons baixados da rede em qualquer lugar.

 

MICRO DE 100 DÓLARES - 2005

O desafio, agora, é democratizar o acesso aos computadores. Com estrutura simples, o MIT propõe um micro que custe 100 dólares. Mas ainda é só um conceito.




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Chromecast leva para a tela da TV o conteúdo de aplicativos e de PCs.

O Chromecast, aparelho do Google para levar aplicativos e a tela de celulares e do PCs para a TV, completou um ano nesta quinta-feira (24). Nesse período, segundo a companhia de internet, o aparelho realizou em todo mundo mais de 400 milhões de transmissões.


Do tamanho de um pen drive, o aparelho é conectado aos televisores na entrada HDMI. A partir daí, os aplicativos que possuem suporte ao dispositivo podem ter seu conteúdo exibidos na tela da TV. No Brasil, alguns dos que funcionam são Netflix, YouTube, Rdio, Crackle e Vevo.


Além de smartphones e tablets, as telas computadores também podem ser exibidas na TV. Para isso, é preciso instalar uma extensão no navegador Chrome.



O aparelho foi lançado no Brasil no começo de junho, por R$ 200 ─nos Estados Unidos, custa R$ 80. Um ano após ser lançado, o Chromecast está presente em 20 países.


De lá para cá, o Google lançou uma atualização que passou a permitir que a tela de aparelhos Android, e não apenas um aplicativo específico, fosse exibida em televisores. Além disso, ganharam suporte ao Chromecast aplicativos polêmicos, como o Popcorn Time, um tocador de filmes e séries, cujos arquivos estão hospedados em sites da internet.
 


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S440 é um dos poucos aparelhos dessa faixa de preço com câmera frontal.

A Positivo anunciou o lançamento do smartphone S440, com foco para o usuário tirar selfies e com um preço mais baixo do que os concorrentes, sendo vendido no país por R$ 470.


Segundo a empresa, o aparelho é indicado para usuários que desejam principalmente para navegar na internet, acessar e-mails e redes sociais, tirar fotos, realizar chamadas com ou sem vídeo e ouvir músicas.

Um dos destaques é a câmera frontal para tirar selfies que, de acordo com a Positivo, não está presente em aparelhos com preço similar.

O S440 tem sistema operacional Android, permitindo baixar aplicativos da loja Google Play, inclusive apps populares como, que já vem instalados, como Facebook, Skype e WhatsApp.

O novo smartphone vem com acabamento na cor preta, tela de 4 polegadas, processador dual-core de 1.3GHz, sistema operacional Android KitKat 4.4, memória interna de 4 GB, 512 MB de RAM, câmera traseira de 5 MP com flash, conexões 3G, Wi-Fi e Bluetooth, GPS e duplo SIM, acelerômetro e sensores de proximidade e de luminosidade.

“O anúncio do Positivo S440 marca o início da renovação do portfólio de smartphones da Positivo Informática, com um dispositivo com ótimo custo-benefício, muito bem avaliado em nossos estudos e certificado nacional e internacionalmente. Esperamos colocar a companhia entre os maiores players do segmento de celulares no Brasil. Para isso, estamos revisando e aprofundando nossos trabalhos em toda a cadeia de valor, do desenvolvimento do produto até nossa presença nos pontos de venda”, afirma o vice-presidente de Mobilidade, Norberto Maraschin Filho, responsável pela divisão de produção e comercialização dos celulares da Positivo Informática.


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Possível tela do iPhone 6 comparada com o atual iPhone 5S. Segundo rumores, ela será feita de safira
Depois de rumores de que o próximo iPhone terá tela de safira, um material resistente a riscos e quebra, a novidade agora é que essa tela será feita com energia solar. As informações são do The Guardian, que afirma que as telas de safira serão produzidas na fábrica da Apple no Arizona (EUA). 

A empresa tem se esforçado para se tornar mais sustentável, expandindo o uso de energia renovável. Na sua fazenda de 400 mil metros quadrados de energia solar, próximo ao seu data center em Maiden, na Carolina do Norte, há 55 mil painéis solares. A companhia construiu uma segunda fazenda solar e já anunciou planos para uma terceira. 

A estratégia é também instalar energia solar e energia geotérmica em uma planta em Mesa, no Arizona, onde estaria produzindo as telas de safira. 

Data centers 

A Apple converteu todos os seus data centers para usar energia limpa e espera passar uma mensagem aos consumidores de que eles não estão contribuindo com a emissão de carbono quando usam os produtos da marca. “Se você está usando seu iPhone, iPad, Siri ou baixando uma música, não precisa se preocupar se está contribuindo com o problema de mudanças climáticas, porque a Apple já pensou nisso para você”, disse ao jornal a vice-presidente de iniciativas ambientais da Apple, Lisa Jackson. 

Apple pode separar lançamento dos iPhones 6 em duas datas Microsoft anuncia Lumia 530, modelo acessível da linha Lumia Smartphone LG G3 chega ao Brasil por R$ 2.299 Brasil chega a 275,7 milhões de linhas de celular em junho Alguns data centers demandam tanta energia quanto uma pequena cidade. No caso da Apple, o data center na Carolina do Norte exige a mesma quantidade de energia que 14 mil casas. Quando o consumidor carrega o smartphone, não consome muita energia, mas quando assiste a uma hora de um vídeo por streaming, utiliza a mesma quantidade de energia do que duas geladeiras por ano, por conta dos data centers


Via: Terra
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Pesquisadores desenvolveram um software capaz de usar o Google Glass para descobrir as senhas que as pessoas usam em celulares e tablets. A técnica, gerada na Universidade de Massachusetts, consiste em acompanhar os movimentos e as sombras geradas com os toques na tela do aparelho para decifrar o código. Isso pode ser feito a três metros de distância, mesmo se o atacante não conseguir visualizar os movimentos da vítima a olho nu. 

Em entrevista repercutida pelo Daily Mail, o professor Xinwen Fu, que lidera a equipe de pesquisadores, informou que a técnica acerta em 90% dos casos.


Essa descoberta de informações por visualização também funcionaria com outros aparelhos, como o iPhone 5, um relógio inteligente ou uma webcam, mas nenhum deles cabe tão bem para a tarefa quanto o Glass, porque o atacante pode agir com naturalidade. O Google não pareceu impressionado. Disse que não se trata de uma tática nova e que o Glass foi desenvolvido com foco em privacidade. 

Via:Olhar Digital
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A história do elevador, se você defini-lo como uma plataforma que pode mover pessoas e objetos para cima e para baixo, é na verdade uma história bem longa. Elevadores rudimentares estiveram em uso na Roma antiga desde 336 a.C., e a primeira referência a eles remete a um que foi construído pelo talentoso Arquimedes.

Esses primeiros elevadores eram vagões abertos em vez de fechados, e consistiam de uma plataforma com molinetes que podiam permitir que a cabine se movesse verticalmente. Esses molinetes geralmente eram movidos manualmente, por pessoas ou animais, ainda que às vezes fossem usadas rodas d’água. Os romanos continuaram usando esses elevadores simples por muitos anos, normalmente para mover água, materiais de construção ou outros materiais pesados de um lugar para outro.

Os elevadores dedicados a passageiros foram criados no século 18, com um dos primeiros sendo usado pelo rei Luís XV em 1743. Ele construiu um elevador em Versailles que poderia carregá-lo de seus aposentos no primeiro andar até os aposentos de sua amante, no segundo andar. Esse elevador não era muito mais avançado tecnologicamente do que aqueles usados em Roma. Para fazê-lo trabalhar, homens a postos em uma chaminé puxavam as cordas. Eles chamavam aquilo de “cadeira voadora”.

Não foi antes de 1800 que a tecnologia dos elevadores começou a avançar de verdade. Para começar, elevadores não precisavam mais funcionar manualmente. Em 1823, dois arquitetos britânicos, Burton e Hormer, construíram uma “sala ascendente” a vapor para levar turistas até uma plataforma para terem uma visão de Londres. Muitos anos depois, a invenção foi expandida pelos arquitetos Frost e Stutt, que adicionaram um cinto e um contrapeso ao vapor.


Logo, sistemas hidráulicos começaram a ser criados também, usando a pressão da água para subir e descer a cabine do elevador. No entanto, isso não era prático em alguns casos; fossos tiveram que ser cavados abaixo do poço do elevador, para permitir que o pistão puxasse de volta. Quanto mais alto o elevador fosse, mais fundo o fosso deveria ser. Assim, isso não era uma opção viável para prédios altos em cidades grandes.

Então a despeito dos sistemas hidráulicos serem um pouco mais seguros do que os a vapor/cabo, os a vapor com cabos e contrapesos continuaram sendo usados. Eles tinham apenas um grande defeito: os cabos poderiam romper, e às vezes o faziam, o que causava a queda do elevador até o fundo do poço, matando passageiros e danificando materiais de construção ou outros itens que estivessem sendo transportados. Desnecessário dizer que ninguém estava ansioso para pegar esses elevadores perigosos, então nessa época elevadores de passageiros ainda eram uma novidade.

O homem que resolveu o problema da segurança dos elevadores, tornando possíveis os arranha-céus, foi Elisha Otis, que é conhecido como o inventor do elevador moderno. Em 1852, Otis apareceu com um design que tinha um “freio” de segurança. Caso os cabos rompessem, uma moldura de madeira no topo da cabine do elevador iria pular para fora e acertar as paredes do poço, parando o elevador no caminho.

O próprio Otis demonstrou o dispositivo, que ele chamava de “molinete de segurança”, na New York World’s Fair, em 1854, quando ele subiu em um elevador improvisado e pediu que cortassem as cordas. No lugar de despencar para a morte, como a audiência acreditou que ia acontecer, seu molinete de segurança saiu, segurando o elevador em um segundo. Desnecessário dizer que a multidão ficou impressionada.

Otis fundou sua própria companhia de elevadores, que instalou o primeiro elevador público em um edifício de Nova Iorque em 1874. A Otis Elevator Company é conhecida até hoje como a maior produtora de elevadores do mundo.

Enquanto o design do elevador com cabo permaneceu, muitos outros avanços foram feitos; o mais óbvio sendo que os elevadores agora utilizam eletricidade no lugar de vapor, uma mudança que começou a acontecer na década de 1880. O elevador elétrico foi patenteado por Alexander Miles em 1887, ainda que um tenha sido construído pelo inventor alemão Werner von Siemens em 1880.

O molinete de segurança de Otis também não foi o fim das inovações em segurança. Hoje, é praticamente impossível que um elevador despenque e mate seus passageiros. Agora existem múltiplos cabos de aço para segurar o peso do elevador, além de diferentes sistemas de freio que impedem que o elevador caia caso os cabos arrebentem de alguma forma. Se, a despeito disso tudo, o elevador cair, existem amortecedores no fundo do poço, tornando improvável que alguém morra e reduzindo as possibilidades de qualquer ferimento sério.


Via: Gizmodo
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Limpar a poeira que acumula dentro do notebook é muito importante porque a sujeira acumulada pode afetar o dispositivo de resfriamento causando o superaquecimento das peças e redução da eficiência do computador. Para evitar que isso aconteça com a sua máquina, confira as dicas para mantê-la sem pó. Há algumas maneiras simples de realizar a limpeza de forma segura.

Uma delas usando uma lata de ar comprimido. O primeiro passo é desligar o notebook, de preferência fora de casa, porque processo pode fazer com que a poeira se espalhe e algumas latas de ar comprimido podem ter um cheiro ruim.


Com o aparelho desligado, localize os ventiladores (normalmentena parte de baixo do notebook) coloque o bocal da lata de ar comprimido dentro do ventilador e pressione o gatilho para liberar a rajada de ar que irá dispersar a poeira que estiver dentro. Outra forma prática de limpar a poeira do seu notebook é com um secador de cabelos.

Ligado com a temperatura fria, posicione o secador sobre os ventiladores para que ele varra a sujeira contida no interior do aparelho. Na falta de um desses instrumentos, pode se usar também a bomba de ar manual. Com ela, o trabalho fica um pouco mais demorado, mas surte o mesmo efeito do secador de cabelos e da lata de ar comprimido.

 Fonte:TechTudo